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quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Nossas Estrelinhas!

Bia, Alícia, Júlia, Aísha e Clara Akemi.
Infância é magia. Tudo é fantasia. A vida, contagia!
Crescer é bom, mas ver a vida como se tudo fosse mágico só acontece durante a infância.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Quando será o último abraço?

Manoel Nunes de Oliveira com as netas: Jamile, Laíse, Mariana e Juliana em 2017

Ninguém sabe quando será o último abraço. Então, por precaução, abrace sempre como se fosse a última vez.

Um dia a saudade deixa de ser dor e vira história para contar e guardar para sempre. Nosso Avô,Neco será sim eterno, dentro da gente!

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

A Vida e a Viagem de Trem


A vida não passa de uma viagem de trem, cheia de embarques e desembarques, alguns acidentes, agradáveis surpresas em muitos embarques e grandes tristezas em alguns desembarques.

Quando nascemos, entramos nesse magnífico trem e nos deparamos com algumas pessoas que julgamos, estarão sempre nessa viagem conosco: nossos pais.

Infelizmente isso não é verdade, em alguma estação eles descerão e nos deixarão órfãos do seu carinho, amizade e companhia insubstituível. Isso porém não nos impedirá que durante o percurso, pessoas que se tornarão muito especiais para nós, embarquem. Chegam nossos irmãos, amigos, filhos e amores inesquecíveis!

Muitas pessoas embarcarão nesse trem apenas a passeio, outras encontrarão no seu trajeto somente tristezas e ainda outras circularão por ele prontos a ajudar quem precise. Vários dos viajantes quando desembarcam deixam saudades eternas, outros tantos quando desocupam seu assento, ninguém nem sequer percebe.

Curioso é constatar que alguns passageiros que se tornam tão caros para nós, acomodam-se em vagões diferentes dos nossos, portanto somos obrigados a fazer esse trajeto separados deles, o que não nos impede é claro que possamos ir ao seu encontro. No entanto, infelizmente, jamais poderemos sentar ao seu lado, pois já haverá alguém ocupando aquele assento.

Não importa, é assim a viagem, cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, despedidas, porém, jamais, retornos. Façamos essa viagem então, da melhor maneira possível, tentando nos relacionar bem com os outros passageiros, procurando em cada um deles o que tiverem de melhor. Lembrando sempre que em algum momento eles poderão fraquejar e precisaremos entender, porque provavelmente também fraquejaremos, e com certeza haverá alguém que nos acudirá com seu carinho e sua atenção.

O grande mistério afinal é que nunca saberemos em qual parada desceremos, muito menos nossos companheiros de viagem, nem mesmo aquele que está sentado ao nosso lado. Eu fico pensando se quando descer desse trem sentirei saudades. Acredito que sim, me separar de muitas amizades que fiz será no mínimo doloroso, deixar meus filhos continuarem a viagem sozinhos será muito triste com certeza...

Mas me agarro à esperança que em algum momento estarei na estação principal e com grande emoção os verei chegar. Estarão provavelmente com uma bagagem que não possuíam quando embarcaram e o que me deixará mais feliz será ter a certeza que de alguma forma eu fui uma grande colaboradora para que ela tenha crescido e se tornado valiosa.

Amigos, façamos com que a nossa estada nesse trem seja tranquila, que tenha valido a pena e que quando chegar a hora de desembarcarmos o nosso lugar vazio traga saudades e boas recordações para aqueles que prosseguirem a viagem
Manoel Nunes de Oliveira

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

A morte não é nada (Santo Agostinho)



“A morte não é nada.
Eu somente passei
para o outro lado do Caminho.
Eu sou eu, vocês são vocês.
O que eu era para vocês,
eu continuarei sendo.
Me dêem o nome
que vocês sempre me deram,
falem comigo
como vocês sempre fizeram.
Vocês continuam vivendo
no mundo das criaturas,
eu estou vivendo
no mundo do Criador.
Não utilizem um tom solene
ou triste, continuem a rir
daquilo que nos fazia rir juntos.
Rezem, sorriam, pensem em mim.
Rezem por mim.
Que meu nome seja pronunciado
como sempre foi,
sem ênfase de nenhum tipo.
Sem nenhum traço de sombra
ou tristeza.
A vida significa tudo
o que ela sempre significou,
o fio não foi cortado.
Porque eu estaria fora
de seus pensamentos,
agora que estou apenas fora
de suas vistas?
Eu não estou longe,
apenas estou
do outro lado do Caminho…
Você que aí ficou, siga em frente,
a vida continua, linda e bela
como sempre foi.”
Santo Agostinho

Violetas na Janela


Redação Alto Astral: “Violetas na Janela”, um best-seller, é uma obra  assinada por Patrícia, um dos espíritos que entram em contato com Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho.
 Por que você acha que esses espíritos a procuram, o que Patrícia quis passar nesse livro e por que ele faz tanto sucesso até hoje?
Vera Lúcia: Os espíritos procuram aqueles com os quais têm afinidade. Essa afinidade permite que as comunicações espirituais se realizem com maior facilidade. O respeito e a admiração que eu sinto, por exemplo, pelo Espírito Antônio Carlos é muito grande. Essa sintonia nos permitiu, por intermédio da psicografia, realizar um trabalho gratificante, divulgando o Espiritismo por intermédio de histórias verídicas que, por si mesmas, encerram grandes lições de vida. O livro “Violetas na Janela” é, realmente, considerado um best-seller espírita, porque já vendeu mais de 1,2 milhão de exemplares. Esse sucesso foi – e continua sendo -, para mim, uma grande surpresa. Todo o mérito dessa realização se deve a Patrícia, sua autora espiritual. Patrícia desencarnou ainda jovem, foi minha sobrinha, e Deus permitiu que nos aproximássemos – amparadas por Antônio Carlos – para essa realização. O sucesso de “Violetas na Janela” se deve ao alcance de sua mensagem, ao mesmo tempo de consolação, esclarecimento e”. esperança. Milhares de pessoas que perderam entes queridos ainda na flor da idade foram consolados por esse livro, que explica, em linguagem muito simples, o destino dessas criaturas na espiritualidade.
Patrícia desencarnou aos dezenove anos. No mundo dos espíritos, recorda que despertou tranquilamente no plano espiritual, sentindo-se entre amigos. Feliz com a acolhida, adaptou-se à nova vida auxiliada por espíritos benfeitores que a receberam na Colônia São Sebastião. Em Violetas na janela, Patrícia explica o que é a desencarnação. Descreve as belezas do plano espiritual, onde não faltam trabalho, estudo e diversão. No início, estava cheia de dúvidas... Do que se alimentaria? O que vestiria? Sentiria as mesmas necessidades? Enfrentaria o calor, o frio? Aos poucos, tudo se esclareceu ao conviver com outros jovens desencarnados. Conheça o outro lado da vida: entenda como devemos proceder diante da morte de um ente querido – o que fazer para superar a separação e confortar aquele que partiu. Patrícia exemplifica a lição, relembrando a inesquecível ajuda que recebeu de familiares espíritas.